Muita gente cresceu ouvindo que trabalho e diversão não se misturam. Como se, para um existir, o outro tivesse que sair de cena. Diversão no trabalho virou sinônimo de falta de foco.
Romper com essa ideia não é fácil, mas é importante. E é exatamente o que a gente faz na Jornada Quest: usar o jogo para tratar de coisas sérias.
Diversão não é o contrário de seriedade
Se a diversão traz leveza e nos faz fazer as coisas com mais prazer, e se o que fazemos com prazer costuma dar mais resultado, por que ela não pode estar no trabalho?
Pesquisas sobre emoções positivas no trabalho, reunidas pelo psicólogo Shawn Achor, associam esse estado a 31% mais produtividade, 37% mais vendas e três vezes mais criatividade (Wharton).
Isso não quer dizer que tudo no trabalho será divertido. É vida real. Mas também não precisa ser só esforço e sofrimento.
O jogo é um lugar seguro para errar
Na aviação, ninguém espera o voo para descobrir se o piloto está pronto: ele treina num simulador, onde errar não custa caro. O jogo faz o mesmo com as pessoas.
Quando a equipe enfrenta uma missão em formato de jogo:
o erro não tem consequência real, então as pessoas arriscam, testam e mostram como agem de verdade
o envolvimento é maior, porque o desafio prende a atenção, e esse “estado de fluxo” favorece o aprendizado
as máscaras caem: sem o clima de prova, aparece o jeito real de decidir, cooperar e se comunicar
o aprendizado fica, porque foi vivido, e não só ouvido numa sala de treinamento
Leveza também desafia
Diversão não é zona de conforto. Um bom jogo tira as pessoas do automático, coloca pressão e pede decisões. A diferença é que isso acontece num ambiente onde errar faz parte, e é aí que o aprendizado acontece.
Para equipes que vivem sob pressão, o jogo ainda funciona como pausa: sair da rotina, se desafiar junto e voltar com mais energia.
Quer ver sua equipe errar no jogo para acertar na operação? Conheça o team building da Quest.
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