Currículo mostra o que a pessoa fez. Entrevista mostra o que ela conta. Nenhum dos dois mostra como ela age quando precisa decidir rápido, com informação incompleta e alguém do outro lado da mesa.
É aí que entra a avaliação gamificada: usar a lógica dos jogos para criar uma situação próxima da realidade do trabalho e observar o comportamento real.
O que é avaliação gamificada
Gamificação é aplicar elementos de jogo (narrativa, desafios, regras e escolhas) a situações que não são jogo. Na avaliação de pessoas, o jogo vira um simulador.
A pessoa entra numa história com desafios parecidos com os do cargo: negociar com um cliente difícil, priorizar com prazo apertado, cobrar resultado sem perder a equipe. Ela não responde como agiria. Ela age.
Por que o jogo revela mais que a entrevista
Não há resposta ensaiada. As decisões acontecem em tempo real, dentro da história.
A tensão é menor. Sem o clima de prova, a pessoa mostra o que sabe fazer, e não o que acha que o avaliador quer ouvir.
O contexto é o do cargo. Os desafios são montados a partir do que a função realmente pede.
Errar é permitido. O erro no jogo não custa nada à empresa e mostra como a pessoa lida com ele.
Três usos para o gestor
Apoiar um processo seletivo. Comparar finalistas a partir do comportamento observado, e não só do currículo.
Decidir uma promoção interna. Ver se quem vai bem na função atual está pronto para o próximo desafio, como liderar.
Avaliar lideranças. Entender como os líderes decidem, se comunicam e conduzem a equipe sob pressão.
O que dá para observar
Em uma sessão, aparecem competências sociais como:
tomada de decisão sob pressão
comunicação e argumentação
negociação
liderança e cooperação
criatividade para resolver problemas
resiliência diante do erro
A Quest tem mais de 80 competências mapeadas. Em cada sessão, avaliamos as que a função realmente pede.
Como funciona na Quest
A sessão é individual e online, conduzida por um narrador que apresenta os desafios e acompanha cada escolha. A leitura comportamental é feita com base em psicologia.
No fim, o gestor recebe uma ficha com as competências sociais da pessoa, a partir do que foi observado. Ela não substitui a decisão do gestor: dá a ele evidências para decidir melhor.
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